Dentre os pequenos resumos redigidos por vocês, escolhi um de cada livro lido neste bimestre. Vamos a eles:
Livro “Como Conquistar Essa Garota”, de Pedro Bandeira
Livro “Crianças na Escuridão”, de Júlio Emílio Braz
O
livro Crianças na Escuridão conta
sobre a vida de oito meninas que moravam na rua. A história começa quando Doca,
a líder do grupo, encontra Rolinha, uma menina que foi abandonada pela mãe, e a
leva para morar com as outras meninas: Maria Preta, Maria Branca, Batata,
Pidona, Santinha e Pereba.
Todas
elas foram abandonadas muito pequenas e já sofreram demais nas ruas.
Sustentam-se com a venda de papelões catados, esmolas e pequenos assaltos. Mas,
com o passar dos anos, cada uma toma um rumo diferente, algumas delas sem poder
escolher. Doca morre baleada por causa de um assalto que Rolinha fez, e esta,
por sua vez, encontra sua mãe, o que tanto desejava, mas termina sua história
na rua, sozinha. Somente ela e seu medo do mundo.
(Roberta Gravino, turma 801)
Livro “Quem me dera ser feliz”, de Júlio Emílio Braz
Hamilton
era um homem pobre que vivia com sua mulher, Sílvia, e seus dois filhos, Pedro
e Berenice. Hamilton vivia procurando emprego. Já estava pensando em desistir,
quando arranjou um, em uma banca de jornais, com um homem chamado Nando,
sujeito que andava com um revólver no bolso. Uma noite sua banca foi arrombada.
No dia seguinte, Nando deu uma conta, cobrando o prejuízo, e uma nova banca. No
outro dia, outro arrombamento... Nando já estava desconfiando; foi então que um
dos jornaleiros contou o que Nando fazia: ele arrombava as bancas e
"roubava" as coisas.
No
outro dia, ele arrumou um emprego de camelô. Ganhou muito dinheiro com aquilo,
mas tinha que pagar um "reconhecimento" para um tal de Ferreira. Ele
estava com inveja, porque Hamilton estava ganhando muito dinheiro, e foi
conversar com ele. Eles brigaram e Ferreira não foi mais cobrar o
"reconhecimento". Alguns dias depois, apareceram alguns policiais e
bateram em Hamilton.
Quando
ele se recuperou, fugiu de casa, mas voltou semanas depois, inclusive para o
trabalho. Ferreira ficou confuso e foi falar com ele. Ferreira se irritou e foi
embora. Um jornalista fotografou a discussão e, no dia seguinte, todos ficaram
sabendo do “esquema” do policial.
(Bruno de Araújo Condack, turma 803)
Livro “Papai Não É Perfeito”, de Sonia Salerno Forfaz
A
história é do garoto Lucas, que não achava seu pai um herói. O pai do menino teve
uma doença chamada trombose, que tirou seu movimento do lado esquerdo do corpo.
Certo
dia, Lucas estava na aula quando a professora Célia pediu aos alunos que
fizessem um trabalho sobre os pais. Bruno, colega de classe, gabava-se, pois
achava que seu pai era o melhor de todos, e disse a Lucas que seu pai era “parado”,
fato que deixou Lucas pensativo e irritado.
O
menino descobriu, com o trabalho, que seu pai tinha uma história bonita de
superação e descobriu que ele era um herói de verdade.
(Luís Felipe Ouverney, turma 801)














